“Mundo em suspensão” o protagonismo da COIAB diante da pandemia de COVID-19

dc.contributor.advisor1CARVALHO, Luciana Gonçalves de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9870905738650852pt_BR
dc.contributor.advisor1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0001-7916-9092pt_BR
dc.creatorALMEIDA, Patrícia Machado
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9915851454631847pt_BR
dc.date.accessioned2025-02-13T22:01:08Z
dc.date.available2025-02-13T22:01:08Z
dc.date.issued2022-10-31
dc.description.abstractThis work aims to investigate and demonstrate the role of the Coordination of Indigenous Organizations of the Brazilian Amazon (COIAB) in the pandemic period between early 2020 and mid-2022, as well as the strategies used by the organization, along with the actions, that were fundamental to reduce the impacts of covid-19 on the indigenous peoples of the Brazilian Amazon. Among the strategies of struggle, I try to show that the model of organization in networks formed by the internal and external relationship, were essential in this context of resistance against the coronavirus, in order to contain the risk of indigenous genocide. Faced with the colonialist structure of the Brazilian State, under the command of a president who did little to contain the advance of covid-19 in the Brazilian population in general, I bring an excerpt of how the Federal Government was silent and conniving with the violence suffered by indigenous people in the face of pandemic, thus, in this context, indigenous organizations in the country (re)organized themselves and, through constitutional law, managed to force the Federal Government to provide health care to indigenous groups. Thus, I discuss how COIAB was part of this process. Thus, I use the analysis of data from COIAB itself, made available on its digital platforms, as well as data provided by the World Health Organization; from the data made available by the Special Secretariat for Indigenous Health and through bibliographic references that show the research carried out in this context. I conclude that it was due to the articulation of the indigenous movement through legal instruments, such as ADPF-709, defended in the Federal Supreme Court; the use of digital media, through cyber activism; elaboration of protocols to face covid-19 in indigenous peoples; elaboration of projects, in order to obtain financing for the purchase of hygiene materials, protective masks against covid-19, purchase of food products, among others.pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho tem como objetivo investigar e demonstrar o protagonismo da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) no período pandêmico compreendido entre o início de 2020 e meados de 2022, bem como, as estratégias usadas pela organização, juntamente com as ações, que foram fundamentais para diminuir os impactos da covid-19 nos povos indígenas da Amazônia Brasileira. Dentre as estratégias de luta, procuro evidenciar que o modelo de organização em redes formada pela relação interna e externa, foram essenciais nesse contexto de resistência frente o coronavírus, afim de conter o risco de genocídio indígena. Diante da estrutura colonialista do Estado Brasileiro, sob o comando de um presidente que pouco fez para conter o avanço da covid-19 na população brasileira em geral, trago recorte de como o Governo Federal foi omisso e conivente com a violência sofrida pelos indígenas diante da pandemia, assim, diante desse contexto, as organizações indígenas do país se (re)organizaram e por via do direito constitucional, conseguiram obrigar o Governo Federal a prestar o atendimento à saúde dos grupos indígenas. Assim, discorro como a COIAB fez parte desse processo. Deste modo, utilizo-me das análises dos dados da própria COIAB, disponibilizada em suas plataformas digitais, bem como, dos dados disponibilizados pela Organização Mundial da Saúde; dos dados disponibilizados pela Secretaria Especial de Saúde Indígena e por meio de referências bibliográficas que evidenciam as pesquisas feitas nesse contexto. Concluo que foi devido a articulação do movimento indígena por meio de instrumentos jurídicos, como a ADPF-709, defendida no Supremo Tribunal Federal; o uso das mídias digitais, por meio do ciberativismo; elaboração dos protocolos de enfrentamento a covid-19 nos povos indígenas; elaboração de projetos, afim de conseguir financiamento para aquisição de materiais de higiene, máscaras de proteção contra covid-19, compra de produtos alimentícios, dentre outros.pt_BR
dc.identifier.citationALMEIDA, Patrícia Machado. “Mundo em suspensão” o protagonismo da COIAB diante da pandemia de COVID-19. Orientadora: Luciana Gonçalves de Carvalho. 2022. 66 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Antropologia) – Universidade Federal do Oeste do Pará, Santarém, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufopa.edu.br/handle/123456789/2490pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufopa.edu.br/handle/123456789/2490
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Oeste do Parápt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências da Sociedadept_BR
dc.publisher.initialsUFOPApt_BR
dc.publisher.programOtherspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source1 PDFpt_BR
dc.subjectMovimento indígenapt_BR
dc.subjectCOIABpt_BR
dc.subjectCOVID-19pt_BR
dc.subjectGenocídio indígenapt_BR
dc.subjectAmazônia Brasileirapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ:: CIÊNCIAS HUMANASpt_BR
dc.title“Mundo em suspensão” o protagonismo da COIAB diante da pandemia de COVID-19pt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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