Num tempo do era... Foi o principezinho (des)encantado: contação de histórias. Imaginação. Educação Infantil
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Universidade Federal do Oeste do Pará
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Este trabalho apresenta uma pesquisa teórico-conceitual acerca da Contação de Histórias; mira o problema da banalização e do esvaziamento crítico em torno desta atividade e pergunta: o que significa contar histórias na Educação Infantil? Objetivando conhecer seus antecedentes históricos, sua identidade conceitual, o modo como é sistematizada pela Teoria Histórico-Cultural, além dos princípios básicos que regem a presença da Contação de Histórias na primeira etapa da Educação Básica. A partir de um método global-analítico, a pesquisa concentrou-se nas contradições que formam e entornam o objeto em sua dinâmica social, tomando como procedimentos: levantamento bibliográfico, análise crítica das concepções de Contação de Histórias, Educação e Imaginação; contribuições da experiência do autor e produção do argumento de síntese. Os resultados foram organizados em 4 Movimentos Temáticos e 1 Apêndice abordando, respectivamente: Contação de Histórias e sua Unidade Social; Imaginação, Fantasia e Fabulação; Educação Infantil enquanto convite à Fabulação; Narrar, Fabular, Viver (des)encantos em uma Totalidade; Pesquisas Educacionais acerca da Contação de Histórias na Educação Infantil. A importância da pesquisa consiste em firmar um referencial de conhecimento para os fundamentos teórico-metodológicos da
Contação de Histórias em contextos educacionais; compreender seu papel de enriquecedora da Imaginação infantil pelo contato com a cultura narrativa desenvolvida pelas sociedades humanas e que formam o fabulário universal; expor a teia de afinidades, atravessamentos e especificidades do objeto de estudo com a literatura, o teatro e a brincadeira de faz-de-conta; apresentar os fundamentos iniciais do conceito narração dialógica com projeção epistêmica para uma abordagem pedagógica coerente da Contação de Histórias; fortalecer a consciência pedagógica, no sentido de superar as concepções de apelo subjetivista e as práticas escolares comuns, pela fundamentação da Contação de Histórias como atividade de valor cultural e
estético, tendo em vista a formação humana, considerando ainda os desafios da Educação Infantil na Amazônia.
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PACHECO. Francisco Egon da Conceição. Num tempo do era... Foi o principezinho (des)encantado: contação de histórias. Imaginação. Educação Infantil. Orientadora: Sinara Almeida da Costa. 2020. 140f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal do Oeste do Pará, Santarém, 2020. Disponível em: https://repositorio.ufopa.edu.br/handle/123456789/500
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