Questões de classe e gênero no romance Tess of the d’Urbervilles, de Thomas Hardy

dc.contributor.advisor1TANAKA, Elder Koei Itikawa
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5019098259427559pt_BR
dc.contributor.advisor1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-3900-731Xpt_BR
dc.creatorLIMA, Jéssica Maria Sampaio de
dc.date.accessioned2025-03-27T19:58:07Z
dc.date.available2025-03-27T19:58:07Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractThis work aims to dissertate on how gender and class relations (specifically the ones present in the context of rural England) of the 19th century manifest themselves in the plot and construction of the characters in Thomas Hardy's novel Tess of the d’Urbervilles (1891), impacting its form. To do so, we briefly present the socio-historical context of this segment of society throughout the Victorian Era and take it as one of the main conditions of the author's production in creating the fictional universe of Wessex. In the first chapter, focusing on a class analysis, we conclude, through the established social relations and the working conditions to which the protagonist Tess is subjected, that work, according to the characteristics it presents, can be a tool for either dignifying or degrading the main character Tess, directly influencing the environment she occupies. These working conditions often align with her state of mind, also serving as an external materialization of her personal feelings and anxieties. In the second chapter, we turn to the influence of the interpersonal relationships established between Tess and the two antagonists, Angel Clare and Alec d’Urberville. If, a priori, she finds herself limited by her alternatives as a rural worker, it is in her relationships that gender oppression becomes evident. Altogether, religious morality and the rigid social conventions of patriarchal society, personified in the novel by her male counterparts, condemn her to suffering and to a life of judgment, resulting in her social ruin and leading her to take extreme actions in search of liberation. In summary, the verisimilitude of the work in relation to its context of production highlights the interference of the socio-historical element of the time in its composition.pt_BR
dc.description.resumoEsse trabalho tem como principal objetivo investigar como as relações de gênero e de classe (presentes especificamente no âmbito da Inglaterra rural) do século XIX se manifestam no enredo e na construção das personagens do romance Tess of the d’Urbervilles (1891), de Thomas Hardy, impactando diretamente sua forma. Para tanto, apresentamos brevemente o contexto sócio-histórico dessa parcela da sociedade ao longo da Era Vitoriana e o tomamos como uma das principais condições de produção do autor na criação do universo fictício de Wessex. No primeiro capítulo, concentrando-nos em uma análise de classe, concluímos, por meio das relações sociais estabelecidas e das condições de trabalho a que a protagonista Tess é submetida, que o trabalho, de acordo com características que apresenta, pode ser uma ferramenta de dignificação ou de degradação da personagem principal Tess, influenciando diretamente o ambiente ocupado por ela. Essas condições de trabalho frequentemente alinham-se com seu estado de espírito, sendo, muitas vezes, também uma materialização externa de seus sentimentos e angústias pessoais. No segundo capítulo, voltamo-nos para a influência das relações interpessoais estabelecidas entre Tess e os dois antagonistas, Angel Clare e Alec d’Urberville. Se, a priori, ela se vê limitada por suas alternativas como trabalhadora rural, é em seus relacionamentos que a opressão de gênero se evidencia. Juntas, a moralidade religiosa e as convenções sociais rígidas da sociedade patriarcal, personificada no romance pelos pares masculinos de Tess, a condenam ao sofrimento e a uma vida de julgamentos, ocasionando sua ruína social e levando-a a tomar atitudes extremas em busca de libertação. Em suma, a verossimilhança da obra em relação ao seu contexto de produção evidencia a interferência do elemento sócio-histórico da época em sua composição.pt_BR
dc.identifier.citationLIMA, Jéssica Maria Sampaio de. Questões de classe e gênero no romance Tess of the d’Urbervilles, de Thomas Hardy. Orientador: Elder Koei Itikawa Tanaka. 2024. 120 p. Dissertação (Mestrado em Letras) – Instituto de Ciências da Educação, Programa de Pós-Graduação em Letras, Universidade Federal do Oeste do Pará, Santarém, 2024. Disponível em: https://repositorio.ufopa.edu.br/handle/123456789/2564. Acesso em: .pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufopa.edu.br/handle/123456789/2564
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Oeste do Parápt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências da Educaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFOPApt_BR
dc.publisher.programOtherspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 United States*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.sourcePDFpt_BR
dc.subjectTess of the d’Urbervillespt_BR
dc.subjectThomas Hardypt_BR
dc.subjectEra Vitorianapt_BR
dc.subjectTrabalhadoras rurais inglesaspt_BR
dc.subjectLiteraturapt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoEstudos de Línguas e Literatura na Amazôniapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ:: LINGÜÍSTICA, LETRAS E ARTEpt_BR
dc.subject.linhadepesquisaPoéticas da Linguagem e Culturas na Amazôniapt_BR
dc.titleQuestões de classe e gênero no romance Tess of the d’Urbervilles, de Thomas Hardypt_BR
dc.typeDissertationpt_BR

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