Quilombo sim, assentamento não: o processo de reconhecimento territorial de uma comunidade quilombola na amazônia
| dc.contributor.advisor1 | CARVALHO, Luciana Gonçalves de | |
| dc.creator | AMARAL, Raquel Araújo | |
| dc.date.accessioned | 2021-04-10T22:14:55Z | |
| dc.date.available | 2021-04-10T22:14:55Z | |
| dc.date.issued | 2018 | |
| dc.description.resumo | Este trabalho analisa o conturbado processo de reconhecimento territorial da comunidade quilombola Nossa Senhora das Graças, em Óbidos/PA, a fim de compreender as razões que a levam a insistir na opção pela titulação de um território quilombola –– que é categoricamente negada e postergada pelo Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) ––, e resistir à decisão sumária do órgão de incluí-la no perímetro do assentamento agroextrativista Três Ilhas. Em outras palavras, deseja-se saber o que está em jogo, para a comunidade, na opção por uma e não outra modalidade de regularização fundiária, considerando que, em que pese à garantia de regularização fundiária em curto prazo na modalidade de assentamento agroextrativista, ela não só foi rejeitada pelos moradores, mas ainda deflagrou conflitos e disputas entre Nossa Senhora das Graças e comunidades vizinhas com as quais historicamente ela mantinha relações de solidariedade e cooperação mútua. No âmbito desse processo marcado por vicissitudes, a situação de conflito estabelecida contribuiu para a ocorrência de uma série de mobilizações e estratégias formuladas por Nossa Senhora das Graças para negar pertencer ao assentamento e para afirmar-se como grupo étnico beneficiário da política pública de titulação definitiva das terras que ocupam, conforme prevê a Constituição Federal/1988 e o Decreto Presidencial nº 4.887/2003. O estudo etnográfico empreendido norteou-se pelas categorias analíticas de grupos étnicos, etnicidade, território e reconhecimento. Dele resulta a compreensão de que as diferentes populações estabelecidas na Amazônia apresentam demandas territoriais específicas que se associam a diferentes significados e valores atribuídos ao espaço, tornando-o territórios distintos e singulares em um ambiente caracterizado pelo observador externo como análogo. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | AMARAL, Raquel Araújo. Quilombo sim, assentamento não: o processo de reconhecimento territorial de uma comunidade quilombola na Amazônia. Orientador: Luciana Gonçalves de Carvalho. 2018. 110f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Sociedade) - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Sociedade, Universidade Federal do Oeste do Pará, Santarém, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufopa.edu.br/handle/123456789/543 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufopa.edu.br/handle/123456789/543 | |
| dc.language | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal do Oeste do Pará | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Pró Reitoria de Pesquisa, Pós Graduação e Inovação Tecnológica | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFOPA | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Ciências da Sociedade | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Comunidade quilombola | pt_BR |
| dc.subject | Etnicidade | pt_BR |
| dc.subject | Território | pt_BR |
| dc.subject | Reconhecimento | pt_BR |
| dc.subject | Amazônia | pt_BR |
| dc.title | Quilombo sim, assentamento não: o processo de reconhecimento territorial de uma comunidade quilombola na amazônia | pt_BR |
| dc.type | Dissertation | pt_BR |
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